Jill Bolte Taylor é uma cientista americana que trabalhava como pesquisadora do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Harvard. Sua área de conhecimento: disfunções cerebrais.
Em dezembro de 1996, Jill teve um derrame e, com ele, a chance de estudar o próprio cérebro. Foram oito anos para a recuperação plena, mas hoje suas idéias são reconhecidas e motivo de polêmica no mundo acadêmico. Confira os motivos para tanto no vídeo abaixo (ele não tem legendas, mas há a tradução na íntegra no Parem o Mundo, basta clicar aqui.)
Olá, leitor. Ao contrário dos últimos dias, hoje acordei com uma vontade danada de escrever. Daqui a pouco volto com novos assuntos. Até lá, deixo você com um texto do João Pereira Coutinho, publicado pela Folha de S.Paulo. É bom objeto para a reflexão. Abraço!
"CREIO QUE era o jornalista H. L. Mencken quem escreveu no seu diário que a velhice era um estado irônico. Ele passara toda a juventude em busca de leitores. E quando finalmente tinha leitores, já não tinha a sua juventude.Recordo a observação por motivos pessoais evidentes: vivo do que leio e escrevo. E não existe dia em que não recorde também um momento terrível da peça teatral de William Nicholson, "Shadowlands", em que o escritor C. S. Lewis pergunta a um colega de ofício se ele nunca sente a terrível sombra do desperdício. O outro diz que sim, baixa os olhos (envergonhado) e continua, solitariamente, a leitura. Em inglês, a palavra "waste" tem um peso e uma ressonância impossíveis de traduzir para português.
Mas a observação de Mencken (e de Lewis) pode ser alargada a qualquer profissão. Em escritórios ou fábricas, empresas ou lojas, as pessoas perdem a juventude em busca de segurança e conforto; e quando, finalmente, atingem segurança e conforto, a juventude já pertence ao passado. Velhas, cansadas. Provavelmente doentes. O pano desce."
Continua aqui.
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Mais um dia daqueles em que é melhor não escrever. Deixo você com dois vídeos que adorei. O primeiro, do TED (um dos melhores sites da rede na minha opinião), é uma série de reflexões feitas pelo físico Stephen Hawking sobre o Cosmos.
O segundo é um curta sobre o comportamento dos universitários nos Estados Unidos. Foi realizado por Michael Wesch com a ajuda de 200 estudantes da Universidade Estadual do Kansas.
Infelizmente, os dois estão em inglês. Não sei como fazer para colocar legendas. Alguém sabe?
Abraços!
A primeira vez que fiquei com vontade de rever a série Cosmos foi quando descobri Hipácia de Alexandria, a mulher que ocupa um dos primeiros lugares na lista das que eu gostaria de ter sido.
A segunda veio em meados do ano passado, ao ler uma autobiografia deliciosa _ “Disturbing the Universe”, do físico e matemático Freeman Dyson.
A terceira foi ao longo desta semana, quando pesquisava sobre o Manuscrito Aleph e o Mosteiro Ortodoxo da Transfiguração.
Ora, não teve mais jeito _ procurei Cosmos na internet. Para quem sentir o mesmo comichão uma boa notícia: ela está no YouTube. Deixo você com três partes.
Bom feriado, leitor!
Muito interessantes os temas do blog Roda de Ciência, não perca! A dica foi do Shridhar Jayanthi, do Entropicando Ciência, por onde andei passeando.
E, claro, reforço o conselho para você dar uma banda pelo APostos. O condomínio está cada vez melhor, mas há também as pratas da casa, imperdíveis. Anote aí os do dia: altovolta, do David, e o Rinoceronte, do Pimentel.
Até mais tarde!