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July 07, 2008

Estratégico para quem mesmo?

Da Folha Online:

"Fazendeiros e investidores estrangeiros têm comprado 12 km² de terras por dia no Brasil, o equivalente a seis vezes a área de Mônaco ou sete parques Ibirapuera, informa reportagem de Eduardo Scolese publicada na Folha.
... O levantamento não leva em conta a compra de empresas nacionais de capital estrangeiro e os que se utilizam de "laranjas" brasileiros para passar despercebidos pelos cartórios."

O governo defendeu a união da Brasil Telecom com a Oi (ex-Telemar), à revelia da lei e com financiamento público, usando o argumento de que o setor de telecomunicações é estratégico.

O mesmo grupo de comando é favorável ao monopólio petrolífero e torce o nariz para capital estrangeiro controlador nas empresas de mídia, nos portos e na aviação. Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, então, nem pensar.

Ao mesmo tempo, o governo nem dá pelota para o enxame de estrangeiros na compra de terras.

Logo, fácil concluir: estratégico é algo que tem conselho de administração para servir de cabide de empregos, bem como uma empresa onde seja possível nomear os fornecedores.

Ai, ai. É triste.


Postado por Janaína Leite às |



Comments

Janaína,

pode ser mania de perseguição. Mas na internet -- alguns blogueiros -- mostram a real face da política. Vai ver é isso que o TSE teme. Os amigos podem sair mal na fita. Não parece ser uma proibição destinada a blogueiros como, por exemplo o Reinaldo Azevedo? Ou você?

JANAÍNA: Contra o Reinaldo e outras estrelas, como a Nariz Gelado e o Guilherme Fiúza, querida, é possível. Não sei qual foi a intenção do TSE, mas certamente a decisão é feita sob medida para virar piada. Um beijo grande e obrigada por lembrar de mim na Flip. Beijoca.

Contra estrelas como Janaína Leite, com toda certeza, viu? Beijoca

JANAÍNA: Hahahaha... Nada tão condescendente quanto os olhos dos amigos. Um beijo.

olá Janaína.

Esse post me lembrou um dado, que faz 8/10 anos que eu li, de que há um deficit de profissionais no serviço público. Coisa de 30 a 40 %, e o que temos são os famosos cabides , obesos de fantasmas.

Quer dizer, áreas essenciais (saúde ou educação ou terra) com poucos funcionários, e certos de departamentos de carimbo abarrotados de , bem...

Procede ainda hoje esse tipo de informação?

abs

JANAÍNA: Eu teria de fazer uma pesquisa, Léo, antes de responder com alguma segurança. Mas é uma pauta excelente, obrigada. Grande abraço.

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