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A primeira vez que fiquei com vontade de rever a série Cosmos foi quando descobri Hipácia de Alexandria, a mulher que ocupa um dos primeiros lugares na lista das que eu gostaria de ter sido.
A segunda veio em meados do ano passado, ao ler uma autobiografia deliciosa _ “Disturbing the Universe”, do físico e matemático Freeman Dyson.
A terceira foi ao longo desta semana, quando pesquisava sobre o Manuscrito Aleph e o Mosteiro Ortodoxo da Transfiguração.
Ora, não teve mais jeito _ procurei Cosmos na internet. Para quem sentir o mesmo comichão uma boa notícia: ela está no YouTube. Deixo você com três partes.
Bom feriado, leitor!
Comments
Eu comprei a série toda (sempre quis, mas era difícil achar) numa banca de jornais. Deve ser tranquilo achar o DVD hoje. É uma das melhores coisas que tenho em casa (junto com Jazz do Ken Burns)
Posted by: Alexandre | May 22, 2008 03:23 PM
Cara Janaína
Sou absolutamente solidária a sua fascinação por Cosmos. Recomendo a todos. Não acredito em quase nada obrigatório; se acreditasse, porém, Cosmos deveria ser mandatório, ou, pelo menos, indispensável. Assista-se Cosmos e daí em diante tudo começa a se aclarar, muito embora complexificado! É , ainda hoje, um impacto, um choque (est)ético.
Também as séries da BBC sobre os Paraísos Selvagens; Planeta Terra e Evolução são poderosas ferramentas de iluminação.;-)
Comprei COSMOS nas bancas, como Alexandre, foi reeditada em dvds por uma emocionada viúva e co-autora, Ann Druyan.Ela faz um belíssimo depoimento como intróito.
Não deve ser difícil encontrar os cinco dvds, mesmo se esta reedição já tenha sa;ido há um tempinho. Tente ver se um bom jornaleiro ainda a consegue com um distribuidor. Os sites que vendem material de segunda mão também podem ser uma possibilidade, talvez até com maior chance de sucesso.
Posted by: Katia Jordan | May 22, 2008 10:03 PM