« DOSSIÊ VEJA: Acusações e respostas (1) | Página Principal | Bom dia! »

April 17, 2008

Comentários e Considerações - "Trix are for kids"

Vou parar para liberar os comentários. Até aqui, semanas depois de inaugurado o sistema de postagem, não cortei nenhum. Estão ali, paradinhos, esperando resposta. Tudo indica, no entanto, que hoje a coisa muda.

Aviso que não voltarei ao tema Nassif/dossiê/BNDES, a não ser que 1) mais uma vez seja ofendida; 2) o BNDES responda (e ele deve responder, é óbvio); 3) o novo post seja uma organização de arquivos passados; 4) a discussão esteja no campo da teoria.

Quanto ao que Luís Nassif e seus leitores falam no blog dele, mais fácil listar minha opinião em tópicos:

1) Golpe baixo é ofender a família e/ou conhecidos, contar fatos degradantes da vida privada, destratar o adversário em características físicas e/ou emocionais e mentir com o objetivo de atingir a credibilidade. O último caso, aliás, aplica-se ao sr. Nassif em relação ao meu nome pelo menos em duas situações: ao escrever sobre mim em seu dossiê fajuto e quando teve a pachorra de ligar para um político só para me chamar de "mentirosa compulsiva e outros adjetivos pesados". Projeção é realmente um mecanismo psicológico complicado.

2) Eu não comecei essa história. Foi Nassif, o empresário que deve milhões, que veio para cima de mim. E avisei que, devido aos excessos, mudaria minha postura e ficaria mais incisiva em minha defesa.

3) Os casos da dívida de Nassif com o BNDES e da contratação do patrocínio para uma de suas empresas são documentados. Baseada neles escrevi o que saiu no Arrastão. Nassif escreveu seu dossiê calcado em brisa e maldade. No meu caso, como você sabe, não apresentou UMA comprovação sequer.

4) Vingança? Não, meu chapa. Reportagem. Jamais falei da vida privada de Nassif, mas de sua atuação na esfera pública: o caso da dívida trata-se de um processo público, fechado com um banco público, envolvendo dinheiro público. O seu e o meu, inclusive.

5) Luís Nassif, ao iniciar o dossiê Veja, deu início a uma série de questionamentos sobre o comportamento da grande imprensa junto ao setor privado, em especial, o grau de independência dos repórteres que, de um jeito ou de outro, feriram os interesses do governo e/ou dos atuais administradores do iG, onde Nassif trabalha. Há todos os motivos para ampliarmos o debate e jogar luz sobre o grau de independência de alguns jornalistas, incluindo Nassif, diante do governo. Ou a preocupação do empresário é só com a ética alheia?

6) Esse argumento de que a Abril e Daniel Dantas estão por trás de tudo, inclusive dos pequenos blogs, é cretino. Quem fez e renegociou a dívida com o BNDES foi Nassif, não o dono daquela editora, nem o banqueiro.

7) Os documentos nos quais baseei o que escrevi são públicos e podem ser consultados no Tribunal de Justiça de São Paulo. Quem duvidar que se habilite a ir até lá, antes de sair por aí propalando histórias da carochinha.

8) Suicídio e homicídio _ em sentido figurado, literal ou abobalhado _ estão a anos-luz de meu vocabulário profissional. Apuração, checagem, fontes protegidas, fontes reveladas em ON, notícia, publicação, retratação: aí estão as palavras que são do meu conhecimento e da minha prática.

Agora, com licença, vou lá cortar qualquer "longa manus" que apresente má intenção. Até daqui a pouco, leitor. Fique com o Tarantino. Ou vá dar uma volta no A Postos, sempre há coisas bacanas por ali.

"O-Ren Ishii: You didn't think it was gonna be that easy, did you?
The Bride: You know, for a second there, yeah, I kinda did.
O-Ren Ishii: Silly rabbit.
The Bride: Trix are…
O-Ren Ishii: …for kids."

Postado por Janaína Leite às |



Comments

Sim Janaina, o que tinha que ser feito da sua parte, já foi. Resta agora, se for o caso, aos juizes pertinentes julgar com quem está a razão. Quanto aos 'suicídios e homicídios' alguém mais 'atento' poderia até questionar de onde partiu o tal comentário. Sou leiga no assunto, mas acho que o blogueiro acaba de colocar uma terceira pessoa 'na fogueira'.

JANAÍNA: Essa eu tenho de evitar comentar, pois o veneno seria muito grande. Beijo, querida.

Antes que o seu blog cair de novo no esquecimento, de algum canto escuro do esgoto, gostaria de dizer que você apenas provou toda a tese dele, de que vocês servem ao interesse exclusivo do Orelhudo

um jeito nada confortante de levar umazinha. Mas tem gente que faz pior

JANAÍNA: Puxa, como você é fino! Um gentleman. Decidi até mostrar para as outras pessoas. Abs.

Quem é Janaina Leite?

JANAÍNA: Eu mesma, moço, muito prazer. Você está bem? Abs.

Cara Janaina, acho q vc foi atropelada pelo tal efeito manada. Vamos ver no q vai dar. Tirando um pessoal q faz muito barulho c/ partidarismos, acredito q haa muitas pessoas serias e silenciosas lendo e analisando p/ fazer uma analise de juizo. O q me impressionou foi a sua clareza em colocar os seus argumentos e fatos.

Vamos esperar o "outro lado" q ainda nao veio... porem ate ai a culpa nao ee sua. Ainda espero q tudo seja um engano, pois as criticas do caro Nassif em relacao aa VEJA merecem consideracao, assim como as suas em relacao a ele.

De uma certa forma, falta uma certa transparencia no metier jornalistico. Depois do caso do Boechat, sempre fiquei c/ um pé atras de jornalista ou reporter. Como escreveu Guimaraes Rose, "nao sei de nada, mas desconfio de tudo".

JANAÍNA: Oi, Odracir. Tudo bem? Desconfie mesmo. Faz bem para você e mantém o jornalista alerta. Eu não quero seguidores, quero leitores. Caso contrário, emburreço junto com eles, não é? E a pior coisa da vida, na minha opinião, é a mediocridade.

Confesso para você que estou assustada. Ainda não consegui identificar bem o perfil dos meus leitores, mas a maioria, pelo que vejo, tem uma capacidade crítica acima da média. Isso me agrada, e muito.

Em nenhuma outra situação que não a leitura de documentos oficiais eu teria escrito sem procurar o outro lado. Até com o Nassif, que, como é óbvio, não está na minha lista dos dez mais.

Continue por aqui. Gostei muito do seu comentário. Abs.

Olá, Janaína.

Ainda com saudades do Zico, fico contente pelo fim (por enquanto?) do jogo de várzea.

Por ora, ganhaste um leitor, e que o tempo reserve partidas melhores.

Abços.

JANAÍNA: O tempo presente é o bastante para um jornalista, caro. E ganhar o leitor temporariamente é melhor do que não tê-lo conhecido nunca. Volto feliz para as sapatilhas _ mas deixo a chuteira ali, no cantinho, bem ao alcance da mão. Abs.

Cara Janaína,

Não interprete mal o comentarista Carlos Américo (Quem é Janaína Leite?). A pergunta deve ter sido o começo daqueles perfis de revistas de celebridades (nome; idade; noite ou dia; filme; música; Ubatuba ou Guarujá; um homem; uma mulher; uma paixão; um sonho de consumo; descreva-se em uma palavra; ....). É o peso a se carregar com a notoriedade. O próximo passo são os paparazzi te perseguindo pelas ruas. Não vai cutucar o nariz em público, por favor.

JANAÍNA: Hahahahahaha Bom, estou me sentindo nas semanas finais do Big Brother da Lasanha Publicada... Pode deixar que me comportarei. Até!

Na boa? Você parece ser a mina mais legal do mundo. Mesmo com todos estes caras te enchendo tá fazendo piada. Chorei de rir com a Kill Bill depois do "podem até matar"... E esta do Big Brother da Lasanha... ashuahuahua... Parabéns pelo trabalho. Você é mesmo dez.

JANAÍNA: Isso pq você ainda nem viu a minha imitação de sotaques... :-)) Obrigada, Alessandro. Rir (lá vem chavão, hein?) ainda é o melhor remédio. Abs.

Missão cumprida. Jana. E você não tem que ter seguidores mesmo, tem é que ter leitores. Independente desse imbróglio, seu blogue é ótimo. Um beijo

JANAÍNA: Oi, flor! Já estava sentindo a sua falta. Tudo bem por aí? Obrigada, vamos a outros assuntos interessantes, que tal?

fui bloqueado:

JANAÍNA: Não foi! Ainda estou liberando. :-))

acho que fiz besteira..ao mandar o comentario..

repito...

quando eu pensava que era impossivel admirar ainda mais uma pessoa que eu nao conheco

voce me sai com esse post..

forca...

viva o jornalismo independente

pra voce

nao e cantada ,JURO

http://www.youtube.com/watch?v=utHCZjqcr2E

JANAÍNA: Oi, Ray! Quando eu pensava que a noite tinha me reservado todos os sorrisos, peguei seu comentário. By the way, eu adoro o Police. E essa música me deixou faceira que só!!! Viva os leitores bacanas! (E não é cantada, hein? Eu juro!) :-))

Janaina,
o incrível é procurar BNDES no blog do Nassif. Ele rasga eleogios ao banco dois dias depois de ter a dívida renegociada.

Outra: já entrou no site da tal dinheiro vivo? até pouco tempo atrás era patrocinado pela BR telecom e pela TIM. Agora, aparentemente, soh resta a oderbretch cultura. Eu comentei algumas vezes que ele deveria deixar claro isso no começo de seu dossiê e Nassif vetou todos meus comentários. E não tinha nada de acusação, só mostrar que ele recebia patrocínio de uma empresa ligada a história principal da reportagem que ele se propunha.
----
Pelo que eu li e entendi, assim como para vc e muita gente, o Nassif se mostrou decepcionante para. Quantos de nós não fomos leitores dele?

----
e as incoerências do dossie dele? Ele começou falando uma coisa, incluindo 2 pessoas, depois passou para 3, depois colocou vc, depois assessoreS no plural da Soninha, depois a Soninha, depois voltou atrás, é uma piada triste, de verdade --repito, era leitor das colunas dele, do blog dele, e enquanto ele cantou esse tal de dossiê Veja, que eu acho um lixo de revista, fiquei empolgado. No terceiro capítulo pedi mais documentos e ele disse que era preciso fazer uma introdução, ou algo do tipo.

E a incoerência de dizer para os leitores dele que "não tem o que explicar, os documentos da dívida dele são públicos" e insinuar que vc só conseguiria isso via Veja. Ora, não são públicos? E vc, grande repórter que é, não os conseguiria porque então, se ele sugere que até os comentaristas dele conseguiriam os documentos?

Boa sorte e saiba que a maior parte das pessoas que estão lendo todos os envolvidos na história (o nassif não publica links) vê quem faz jornalismo e quem faz teoria da conspiração.

Beijo

JANAÍNA: Oi, Gustavo! Já volto aqui para responder com calma, ok? Por enquanto, um beijo e obrigada. (Cortei aquele pedacinho, mas isso não quer dizer que eu tenha deixado de gostar dele... :-))

Desculpe Janaina!

mas é dificil não ver em sua sequencia de materias aquilo que o Nassif comenta de pequenos blogs alimentados por adversarios dele.

é pena ver uma profissional seguindo esse caminho!

passar bem!

JANAÍNA: Também é difícil para mim acreditar que o sr. esteja disposto a ver outra coisa. Uma pena. De qualquer modo, volte quando quiser.

Acabei de descobrir seu blog...parece até perda de tempo escrever pra elogiar, mas não consegui me segurar. Ganhou um leitor diário, o q não quer dizer q qdo não concordar com vc ficarei quieto...rsrs Fazendo coro ao post lá de cima....tb não é cantada, juro!

Janaina,
Percebi que diversos leitores questionaram a existencia de fatos concretos que comprovassem o perdão da dívida da empresa de LN com o bnds. Percebi que vc repete que está aguardando informações do bnds. Percebi tb que vc faz remissões a posts anteriores e posteriores quando responde a esses questionamentos. Desculpe, fui e voltei nos seus posts, mas não achei nada que comprove. Nada concreto, a não ser o que vc promete que está por vir do bnds.
Agora te pergunto: se vc não tem uma fonte ou alguma informação que preferiu na citar por enquanto, não teria sido mais prudente esperar ter algo concreto e que pudesse publicar antes de levantar a questão? Não sou do meio jornalistico, mas não parece fazer sentido, ou melhor, se essa é uma postura comum no jornalismo fico surpresa. Pretendo até me inteirar sobre as criticas que LN tem feito ao jornalismo (eu não leio o blog dele, leio apenas o Imprensa Marrom).
Sem entrar no mérito da veracidade ou não das acusações que Nassif fez a vc (sei delas pelo IM, e por alto, pois não tive tempo nem, confesso, paciência pra ler tudo com a atenção devida para formar um juízo a respeito), me parece que vc está adotando uma estratégia semelhante para contra-atacar.

JANAÍNA: Oi, Renata. Tudo bem? Coloquei novos posts, espero que fique claro. Também peço que analise com calma o dossiê e acompanhe o Nassif (claro! isso é importante para você formar sua opinião).

Tenho certeza que encontrará a diferença fundamental entre escrever baseado em um processo oficial, público, e escrever baseado vento. Abs.

Janaina, me desculpe, mas de tudo que li não ficou claro pra mim que tenha havido um perdão de dívida. Vc está chamando de perdão uma renegociação de dívida supostamente favorável a Nassif de perdão? Porque tecnicamente não me parece. Pode realmente haver algo de podre ali, pelo que li no Imprensa Marrom, mas não vi nada concreto até agora.

JANAÍNA: Renata, dê um pulo no link http://arrastao.apostos.com/2008/04/nassif_e_o_bndes_5.html

Lá você verá partes do contrato de renegociação, inclusive a cláusula 3.3, chamada "dispensa condicionada". O que ela diz? Que, se Nassif pagar os créditos A (R$ 2,3 milhões), está DISPENSADO de pagar os créditos B (R$ 1,9 milhões). Sim, dispensa é um perdão condicional. Três advogados, um do próprio governo, concordaram com a minha análise.

Espero que o que vc promete vir do bnds esclareça um pouco melhor a situação, caso contrário sua estratégia de defesa me parece inadequada.

JANAÍNA: Eu não promto vir nada do BNDES, cara. O banco promete que vai enviar respostas às minhas perguntas. É bem diferente.

É claro que essa questão do que é concreto, do que é suficiente para embasar uma acusão ou uma insinuação, é subjetiva, e o mesmo pode se aplicar a Luiz Nassif. Nessa briga toda vejo que há muita parcialidade e paixão de ambos os lados, inclusive os leitores. Procurei fatos, posso até estar enganada no meu juízo, mas posso te garantir que a paixão não é o que move minha análise.
Embora não conheça o tal dossiê veja, nem tenha lido tudo que saiu no Imprensa Marrom a respeito do que Nassif teria dito sobre vc (não posso nem entrar no mérito dessa questão, embora, como advogada, acredite que o ônus da prova cabe a quem acusa), fiquei curiosa pra saber o que estava acontecendo quando surgiu essa história do perdão da dívida com o bnds. Por isso cheguei aqui. E agora quero acompanhar tudo pra ver no que vai dar.

JANAÍNA: Nós, os curiosos, somos terríveis, não? Você está certa sobre ao excesso de paixão. Infelizmente, foi um resultado direto da irresponsabilidade do autor do dossiê Veja, que não titubeou em lançar ao vento ilações como se fosse verdade. Insisto para que você leia o dossiê, pelo menos nas partes onde há meu nome. Eu tentei organizar de maneira cronológica o ocorrido aí do lado esquerdo da página, na categoria "Acusações e Respostas - Dossiê Veja". Acho que ficará mais fácil.

Desejo boa sorte pra vc, e espero sinceramente que consiga sustentar o que tem levantado.

JANAÍNA: Tudo o que eu levantei até aqui, Renata, eu tenho como sustentar diante de qualquer juiz. As informações do contrato são públicas, contidas em processo que corre no Judiciário de São Paulo. As perguntas ao BNDES foram feitas por e-mails. Abs. e até.

Janaina, desculpe-me se não vim até aqui dizer que te apoio irrestritamente e que concordo com tudo que vc diz. Mas tb não sou da turma do Nassif que, como vc diz, vem te "atazanar".

Acredite que entendo sua postura um tanto agressiva, já que trata-se de defender sua reputação, seu ganha pão.

Mas quando se trata de um assunto como esse, é de se esperar ser questionada e ouvir opiniões e interpretações distintas das suas, o que não quer dizer que as pessoas que assim se posicionam não te respeitam ou que estejam contra vc. Como jornalista vc deve estar acostumada com isso, certo?

Ma so fato é que vc só se repetiu pra mim. Nada do que vc falou aqui é novidade e a repeito desse tema. Já formei meu juízo, o que não quer dizer que, se algo de realmente novo, e concreto, seja lançado na mesa, não possa mudar de ideia. Cara, quem sabe as respostas 'as suas perguntas que o BNDS promete enviar não elucidam minhas dúvidas?

Por fim, qto ao tal dossie Veja, quem sabe não encontro tempo e disposição para ler...te dou um feedback se conseguir.

JANAÍNA: Renata, eu me referia a outro tipo de e-mail, que nada tem a ver com o seu. Estou acostumada a ser questionada e tenho muita paciência para responder aos leitores de boa vontade.

Creio, porém, que que você está formando um juízo manco, uma vez que não leu o tal dossiê. Verá que "a minha postura um tanto agressiva" está mais em seus olhos do que em minhas ações. Compare o que escrevo, baseada em documentos públicos e as acusações sem provas, baseadas em vento, feitas contra mim. E, com todo o respeito, estranho sua disposição em me questionar e ler com cuidado tudo o que escrevo sem fazer o mesmo com o outro lado. Parece incoerente.

Você diz que nada do que eu falei é novidade. Então você sabia do empréstimo? Sabia das condições? Eu e os meus leitores não. Você acha normal esse tipo de renegociação com um banco público, com termos importantes alheios ao documento, seja firmada? Como advogada, você assinaria um contrato fechado nos termos do que estão ali, sem facilidades de execução de garantias, expondo-se ao risco de ações civis públicas no futuro por parte de quem acha que houve descuido dos administradores do dinheiro público? Eu não.

Mas essa é apenas a minha opinião. Vamos esperar o BNDES, como disse você. Abs. e até.

Janaina, vc 'não entendeu o que eu quis dizer, ao falar que o que vc disse não era novidade. Nosso papo tá parecendo papo d emaluco, talvez eu não tenha sido clara.

Eu não conhecia o assunto até chegar aqui, mas li seus posts e, no dialogo que estamos mantendo aqui nessa caixa de ocmentarios, não li nada de novo, nada que vc já não tenha colocado antes. Por isso não consigo mudar meu ponto de vista.

E, sinceramente, não consigo entender como a leitura do dossie veja (nas partes em que seu nome é citado) pode ajudar a compreender essa questão Nassif-BNDS. São fatos distintos, não vai ser o dossie veja, ou o que quer que o Nassif tenha dito a seu respeito, que vai me convencer de que houve mesmo PERDÃO de dívida.

Eu só vim aqui questinar isso, jamais seu envolvimento com sei lá o que de que no Nassif te acusou. Ao contrário, eu ouvi de algumas pessoas em quem acredito que LN lançou seu nome levianamente nessa história e, até que surja alguma prova em contrário (até porque, repito mais uma vez, acredito que quem acusa é que tem o ônus da prova), pra mim vc é inocente.


JANAÍNA: Oi, Renata. Tudo bem? Vamos lá outra vez, espero que a gente se entenda agora... :-) A nota "Nassif e o BNDES - 5", publicada em 16 de abril, traz as imagens de partes do contrato de renegociação. Lá está contida a cláusula 3.3, "Dispensa condicionada". Vamos olhar o que é "perdão", segundo o Houaiss:

Acepções
■ substantivo masculino
1 remissão de pena ou de ofensa ou de dívida; desculpa, indulto
2 ato pelo qual uma pessoa é desobrigada de cumprir o que era de seu dever ou obrigação por quem competia exigi-lo
■ interjeição
3 fórmula de civilidade com que se pede desculpa

É o caso de Nassif, Renata. A cláusula 3.3 mostra que, se ele pagar as prestações da dívida principal em dia, não precisa pagar o restante - é uma dispensa condicional, ou seja, perdão condicional.

No mais, a leitura do dossiê Veja não era para explicar o BNDES, mas para que você perceba como é feito o jornalismo de LN. É isso. Abraços e até mais.

Esse caso vai acabar igual aos do Guilherme Fontes e da Norma Benguel, o que é uma lástima.

JANAÍNA: Oi, Ricardo. Tudo bem? Vamos esperar as respostas. Espero que não, mas... É o Brasil. Um grande abraço e até mais.

Comente

(Os comentários só serão publicados após moderação do dono do blog)

Comentários: